Logotipo de César Peres Dulac Müller

BLOG CPDMA

Categoría:
Fecha: 31 de octubre de 2025
Publicado por: Equipo de CPDMA

Nuevo entendimiento del STJ: protección al copropietario en casos de embargo y subasta de bienes indivisibles

STJ reforça proteção ao coproprietário em penhoras de bens indivisíveis: entenda o novo entendimento
Em recente julgamento (REsp 2.180.611-DF), a Terceira Turma do STJ estabeleceu um entendimento crucial que visa proteger o patrimônio do coproprietário ou cônjuge, em caso de penhora e arrematação de bens indivisíveis, que não tem responsabilidade pela dívida (o alheio à execução).

¿Qué ha cambiado y qué necesitas saber?

La ley (Código de Proceso Civil – CPC) ya establece que, cuando un bien indivisible es embargado por una deuda de uno de los propietarios, el copropietario (o cónyuge) que no está siendo ejecutado tiene derecho a recibir su parte según el valor de tasación del bien.

La novedad de esta decisión del STJ es la reafirmación de que esta protección se mantiene incluso cuando el copropietario ajeno a la ejecución ejerce el derecho de preferencia y adquiere el bien para sí en la subasta.

Punto clave de la decisión:

En el embargo de un bien indivisible, la parte del copropietario ajeno a la ejecución, que ejerce el derecho de preferencia en la subasta, debe calcularse sobre el valor de tasación del bien y no sobre el precio final de la subasta.

En términos prácticos:

  1. Proteção Garantida: O objetivo é assegurar que o patrimônio do coproprietário que nada deve seja preservado.
  2. Valor de Referência: Sua parte (quota-parte) no bem será sempre calculada com base no valor de avaliação oficial do imóvel ou bem, conforme determina o art. 843 do CPC.
  3. Direito de Preferência na Arrematação: O coproprietário tem o direito de "cobrir a oferta" e arrematar o bem para se tornar o único proprietário, em igualdade de condições com terceiros.
  4. Igualdade de Condições Preservada: Se o valor final da arrematação for inferior ao valor da avaliação, a parte do coproprietário alheio à execução continua a ser considerada pelo valor da avaliação. Isso impede que ele sofra prejuízo patrimonial ao exercer seu direito de preferência.

En resumen, la decisión protege al copropietario no ejecutado de que su parte se vea reducida por una subasta de valor bajo, garantizando que siempre reciba el valor justo (el de tasación) por su cuota, incluso si decide adquirir el bien en la subasta.

Derecho Civil | Equipo CPDMA

Volver

Mensajes recientes

Plan Alternativo de Acreedores en la Reorganización Judicial de Productores Rurales

No 3º Congresso Cerealista Brasileiro, contribuímos para ampliar o debate sobre as alternativas disponíveis aos credores diante do avanço da recuperação judicial no agronegócio. A apresentação conduzida por Thomas Dulac Müller, sócio-diretor da CPDMA, destacou os principais pontos de atenção para cerealistas e demais agentes da cadeia, com foco na organização coletiva, na atuação estratégica em […]

Leer más
Contratos de arrendamiento: atención a los plazos del régimen transitorio de la Reforma Tributaria

La Reforma Tributaria, prevista en la Constitución Federal (art. 156-A), en el Proyecto de Ley Complementaria n.º 108/2024 y en la Ley Complementaria n.º 214/2025, tuvo como principal objetivo transformar el sistema de tributación sobre el consumo en Brasil. Se eliminaron cinco impuestos complejos — PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS — que serán sustituidos por […]

Leer más

El STJ valida la adjudicación por cualquier precio en la tercera convocatoria de la subasta de la quiebra y descarta la alegación de precio vil

A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) proferiu uma decisão de grande impacto no Direito Empresarial e Processual, validando a arrematação de um imóvel de massa falida por apenas 2% de sua avaliação. Esta decisão é fundamental e reforça a prioridade da Lei de Falências (Lei nº 11.101/2005, atualizada pela Lei nº 14.112/2020) […]

Leer más
Nuevo entendimiento del STJ: protección al copropietario en casos de embargo y subasta de bienes indivisibles

Em recente julgamento (REsp 2.180.611-DF), a Terceira Turma do STJ estabeleceu um entendimento crucial que visa proteger o patrimônio do coproprietário ou cônjuge, em caso de penhora e arrematação de bens indivisíveis, que não tem responsabilidade pela dívida (o alheio à execução). O que mudou e o que você precisa saber? A lei (Código de Processo Civil - […]

Leer más
El STJ determina que la Selic es la tasa aplicable a los intereses de mora en las deudas civiles

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) firmou um importante entendimento no Tema Repetitivo 1368 sobre a taxa de juros de mora aplicável a dívidas de natureza civil no Brasil, antes da vigência da Lei n.º 14.905/2024. --- A tese firmada: o STJ estabeleceu que o artigo 406 do Código Civil de 2002 (em sua redação anterior à Lei […]

Leer más

Sale-and-leaseback rural: liquidez para empresas en crisis y retorno protegido para los inversores

No agronegócio brasileiro, a busca por capital rápido em meio à escalada dos juros fez crescer uma estrutura já conhecida no mercado imobiliário urbano: o sale-and-leaseback. A lógica é direta: o produtor vende a área rural a um investidor, recebe o dinheiro à vista e, no mesmo ato, assina um contrato de arrendamento a longo prazo […]

Leer más
cruzarmenúchevron-abajo
es_ESEspañol
Linkedin Facebook interés Youtube jajaja gorjeo Instagram Facebook en blanco rss-en blanco Linkedin en blanco interés Youtube gorjeo Instagram