Logotipo de César Peres Dulac Müller

BLOG CPDMA

Categoría:
Fecha: 18 de octubre de 2019
Publicado por: Equipo de CPDMA

STJ publica 12 tesis consolidadas sobre asesoramiento profesional

Os conselhos de fiscalização profissional não podem registrar seus veículos como oficiais porque compõem a administração pública indireta, e o parágrafo 1º do artigo 120 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) autoriza apenas o registro de veículos oficiais da administração direta.

Esse é um dos 12 entendimentos do Superior Tribunal de Justiça sobre conselhos profissionais destacados na nova edição do Jurisprudência em Teses, ferramenta que mostra além das teses os precedentes mais recentes sobre o tema até a data da publicação do documento.

Outro entendimento da consolidados é de que o prazo prescricional para cobrança de anuidades pelos conselhos profissionais tem início somente quando o total da dívida inscrita atingir o valor mínimo correspondente a quatro anuidades, como disposto no artigo 8º da Lei 12.514/2011.

Vejas as 12 teses do STJ sobre conselhos profissionais

1) Os conselhos de fiscalização profissionais possuem natureza jurídica de autarquia, sujeitando-se, portanto, ao regime jurídico de direito público.

2) Com a suspensão da redação dada pela Emenda Constitucional 19/1998 ao caput do artigo 39 da Constituição Federal de 1988, no julgamento da Medida Cautelar em Ação Direta de Inconstitucionalidade 2.135/DF, o regime jurídico dos conselhos profissionais deve ser, obrigatoriamente, o estatutário.

3) Os servidores dos conselhos de fiscalização profissional submetem-se ao regime jurídico único, de modo que a aposentadoria ocorrida após a publicação das decisões proferidas nas ADI 1.717/DF e ADI 2.135/DF, esta última em sede de liminar, segue o regime estatutário.

4) Os conselhos de fiscalização profissionais não podem registrar seus veículos como oficiais porque compõem a administração pública indireta e o §1º do artigo 120 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) autoriza apenas o registro de veículos oficiais da administração direta.

5) Os conselhos profissionais têm poder de polícia para fiscalizar as profissões regulamentadas, inclusive no que concerne à cobrança de anuidades e à aplicação de sanções.

6) A partir da vigência da Lei 12.514/2011, o fato gerador para a cobrança de anuidades de órgão de fiscalização profissional é o registro no conselho e não mais o efetivo exercício da profissão.

7) As anuidades devidas aos conselhos profissionais constituem contribuição de interesse das categorias profissionais, de natureza tributária, sujeita a lançamento de ofício.

8) O prazo prescricional para cobrança de anuidades pagas aos conselhos profissionais tem início somente quando o total da dívida inscrita atingir o valor mínimo correspondente a 4 anuidades, conforme disposto no artigo 8º da Lei 12.514/2011.

9) A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), embora possua natureza jurídica especialíssima, submete-se ao disposto no artigo 8º da Lei 12.514/2011, que determina que os conselhos de classe somente executarão dívida de anuidade quando o total do valor inscrito atingir o montante mínimo correspondente a 4 anuidades.

10) Compete a Justiça Federal processar e julgar execução fiscal promovida por Conselho de Fiscalização Profissional. (Súmula 66/STJ)

11) Não se aplica o artigo 20 da Lei 10.552/2002, que determina o arquivamento provisório das execuções de pequeno valor, às execuções fiscais propostas pelos conselhos regionais de fiscalização profissional.

12) Em execução fiscal ajuizada por conselho de fiscalização profissional, seu representante judicial possui a prerrogativa de ser pessoalmente intimado. (Tese julgada sob o rito do artigo 1.039 do CPC/2015 - Tema 580).

Fuente: Conjur.

Volver

Mensajes recientes

El uso indebido de una marca por parte de un antiguo socio puede reconocerse no sólo como competencia desleal, sino también como mala fe.

El 14 de febrero, el periódico "Valor Econômico" publicó un artículo en el que se señalaba que el Tribunal de Justicia de São Paulo había reconocido competencia desleal en el uso indebido de una marca por parte de un antiguo socio. La noticia, sin embargo, no da el número del caso en el que sería posible analizar más detalles de la decisión, pero sí informa de que las personas habían firmado un [...]

Leer más
Las primeras sanciones aplicadas por la Agencia Nacional de Protección de Datos Personales (ANPD) fueron una llamada de atención para las empresas: la LGPD es una ley seria y hay que cumplirla.

La Ley General de Protección de Datos Personales - Ley nº 13.709/18 (LGPD) fue publicada en 2018 y entró en vigor en 2020. Este plazo se dio a las personas jurídicas públicas y privadas (agentes de tratamiento) que recogen, almacenan o procesan datos personales de personas físicas, en Brasil o en el extranjero, con el fin de [...]

Leer más
Posición empresarial sobre la reciente decisión del STF que declaró constitucional la recaudación de contribuciones asistenciales por los sindicatos

Recientemente, el Supremo Tribunal Federal (STF) dictaminó por unanimidad que los sindicatos pueden recaudar contribuciones asistenciales, incluso de empleados no afiliados, en la ARE 1.18.459 (Tema 935 de la Repercusión General), siempre que se garantice al trabajador el derecho de oposición, estableciendo la siguiente tesis: "es constitucional establecer, por acuerdo o [...]

Leer más
Nuevo capítulo en el litigio sobre el término "HELLES", registrado como 'marca'.

Recordando el caso... Todo comenzó a principios de 2019, cuando la cervecería Fassbier notificó extrajudicialmente a una serie de cervecerías de Rio Grande do Sul por el supuesto uso indebido del término HELLES, alegando tener el uso exclusivo de la expresión, dado que la palabra estaba registrada como marca. No satisfechos con [...]

Leer más
Suspensión de las ejecuciones laborales contra empresas del mismo grupo económico

En reciente decisión, el STF suspendió la tramitación de ejecuciones laborales que discutan la inclusión, en la fase de ejecución, de una empresa integrante de un grupo económico que no participó del proceso de conocimiento. En los procesos laborales, cuando se llega a la fase de ejecución y el deudor principal no tiene bienes suficientes para pagar la deuda, muchos [...]

Leer más
El STJ dictamina que se puede prescindir de la personalidad jurídica de una asociación civil, pero limita la responsabilidad a los directivos

La 3ª Sala del Superior Tribunal de Justicia (STJ) [1] desestimó el recurso extraordinario interpuesto por los administradores de una asociación civil, a la que se había desconocido su personalidad jurídica en un caso de uso indebido de una marca. El Tribunal, en una sentencia cuyo autor es el juez Marco Aurélio Belizze, consideró que el desconocimiento de [...]

Leer más
cruzarmenúchevron-abajo
es_ESEspañol
Linkedin Facebook interés Youtube jajaja gorjeo Instagram Facebook en blanco rss-en blanco Linkedin en blanco interés Youtube gorjeo Instagram